segunda-feira, 20 de junho de 2011

Farinha para o mesmo bolo

Eles estão aí. Os nomes dos 11 ministros que vão ajudar Passos Coelho daqui em diante. Depois de algumas recusas, e entende-se perfeitamente porquê, o processo até foi bastante rápido, e isso mostra, para já, algum sentido de responsabilidade. Precisa-se daqui para a frente de boas decisões, passos importantes,sentido de justiça e de dever e de ajuda àqueles que precisam e que querem trabalhar. Espera-se eficiência e sentido de sacrifício. Deles e nosso. Somos um país que precisa de andar para a frente, novos e velhos. Mais do que nunca temos de arregaçar as mangas, sermos criativos, perseverantes, lutadores, sonhadores (eu diria, ainda mais?!). Muito nos vai ser exigido, exijamos também nós! Temos esse direito!
Vamos aguardar pelos próximos meses e ver com que farinha se faz este bolo.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Almalua. Filarmónica Senhor dos Aflitos do Soutocico

Almalua.
Um misto de saudade e de orgulho.
Um carrossel de emoções com gente dentro.
Gente que corre com música nas veias, gente pequena, gente grande.
Gente que um dia não se esqueceu de mim. Parabéns e obrigada.
Sonoridade fantástica, pormenores arrepiantes, notas que nos tocam e se fazem ouvir lá longe.
Para todos. Para quem quiser ouvir. Para quem perceber ou para quem não saiba sequer o que significa música.
Um bem-haja a todos os que trabalharam desde o início ao fim, de manhã à noite,
e um terceiro venha já a todo o vapor.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Contrariar pessimismos

"O país ficou pior mas eu dei o meu melhor." Esta foi uma das gaffes que o nosso futuro ex-primeiro-ministro deu frente a Paulo Portas nos frente-a-frente que antecedem as eleições de 5 de Junho. Os debates sucedem-se e o circo vai continuar. Mas as pessoas querem é saber, e legitimamente, do pão. Quem lhes vai encher a despensa na hora de alimentar as crianças, quem lhes paga a luz que é gasta todos os dias no único momento em que a família se reúne à mesa, quem lhes paga o gasóleo de que necessitam para ir trabalhar ou quem paga a educação para velhos e novos apostarem na formação pessoal e profissional. A hora está a chegar e mais do que nunca é preciso não baixar os braços. É hora de mudança. É hora de pegar no País e reerguê-lo. De acreditar em nós próprios e nas nossas capacidades, na nossa criatividade, no nosso empenho e perseverança. Estou farta de ouvir políticos aqui e ali a dizer umas coisas e outras, em ataques que na maior parte das vezes são mais pessoais do que outra coisa e não olham para o lado e se questionam como uma família com filhos consegue sobreviver com pouco mais do que o ordenado mínimo por mês com casa, carro, luz, água, gás, escola, alimentação, vestuário para pagar. E se repararmos tudo isto são bens essenciais, nada aqui há de supérfluo.
Vamos ter de ser como as locomotivas, custam a arrancar mas depois avançam a todo o vapor.

domingo, 17 de abril de 2011



Início do séc XX
Praça de S. Paulo
Foto: Armando Serôdio






 


1907
Chafariz de S. Paulo
Foto: Joshua Benoliel




1947
Igreja e Praça de S. Paulo
Autor desconhecido




1963
Praça de S. Paulo
Foto: Armando Serôdio


                                                                      

                                                                       1965
                                                               Praça de S. Paulo
                                                           Foto: Armando Serôdio




2002
Igreja e Chafariz
Foto: Andrés Lejona





2008
Praça e Igreja de S. Paulo
Foto: APS

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O que vai ser?

Imprensa escrita ou mundo digital. A questão não é fácil e não me parece que haja para já uma resposta final. O que aí vem ninguém sabe muito bem, essa é a principal certeza que temos neste momento. Uns profetizam o fim dos jornais como os conhecemos hoje, não querem sequer sentir o cheiro do papel ou o borrão da tinta que mancha muitas vezes os dedos logo de manhã. Outros já não passam sem a rotina diária: uma bica no café da esquina e o jornal na mão, ou outros apressados para o trabalho mas que mesmo assim não dispensam passar os olhos nas letras grandes e gordas. Certo é que a introdução nas novas tecnologias veio virar o mundo do papel ao contrário e as empresas começam a adaptar-se, ou pelo menos tentam não passar ao lado, das plataformas digitais. O iPad é o caso mais recente no mercado. Certo ainda é o número que aumenta todos os dias de pessoas que em vez de sair de casa e ir a uma banca de jornais, no conforto do lar ou no local de trabalho estão a um simples clique de ver o que se passa na sua cidade, no seu país e no mundo. Será que a imprensa escrita se vai aguentar com a mesma força, sendo fiel aos seus leitores, quando sabemos que uma criança com apenas 3 ou 4 anos de idade já sabe ligar o computador e interagir? Advinham-se novos desafios, novas adaptações ao mercado vão surgir e nós o que vamos escolher?

domingo, 3 de abril de 2011

bloco de internet

Várias imagens obtidas na rua:

Assembleia da República - Fim das actividades parlamentares antes das eleições

 Assembleia da República - Fim das actividades parlamentares antes das eleições

 Assembleia da República - Fim das actividades parlamentares antes das eleições

 Assembleia da República - Fim das actividades parlamentares antes das eleições

 Estacionamento proibido

Obras

Obras

Obras