segunda-feira, 16 de maio de 2011

Almalua. Filarmónica Senhor dos Aflitos do Soutocico

Almalua.
Um misto de saudade e de orgulho.
Um carrossel de emoções com gente dentro.
Gente que corre com música nas veias, gente pequena, gente grande.
Gente que um dia não se esqueceu de mim. Parabéns e obrigada.
Sonoridade fantástica, pormenores arrepiantes, notas que nos tocam e se fazem ouvir lá longe.
Para todos. Para quem quiser ouvir. Para quem perceber ou para quem não saiba sequer o que significa música.
Um bem-haja a todos os que trabalharam desde o início ao fim, de manhã à noite,
e um terceiro venha já a todo o vapor.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Contrariar pessimismos

"O país ficou pior mas eu dei o meu melhor." Esta foi uma das gaffes que o nosso futuro ex-primeiro-ministro deu frente a Paulo Portas nos frente-a-frente que antecedem as eleições de 5 de Junho. Os debates sucedem-se e o circo vai continuar. Mas as pessoas querem é saber, e legitimamente, do pão. Quem lhes vai encher a despensa na hora de alimentar as crianças, quem lhes paga a luz que é gasta todos os dias no único momento em que a família se reúne à mesa, quem lhes paga o gasóleo de que necessitam para ir trabalhar ou quem paga a educação para velhos e novos apostarem na formação pessoal e profissional. A hora está a chegar e mais do que nunca é preciso não baixar os braços. É hora de mudança. É hora de pegar no País e reerguê-lo. De acreditar em nós próprios e nas nossas capacidades, na nossa criatividade, no nosso empenho e perseverança. Estou farta de ouvir políticos aqui e ali a dizer umas coisas e outras, em ataques que na maior parte das vezes são mais pessoais do que outra coisa e não olham para o lado e se questionam como uma família com filhos consegue sobreviver com pouco mais do que o ordenado mínimo por mês com casa, carro, luz, água, gás, escola, alimentação, vestuário para pagar. E se repararmos tudo isto são bens essenciais, nada aqui há de supérfluo.
Vamos ter de ser como as locomotivas, custam a arrancar mas depois avançam a todo o vapor.

domingo, 17 de abril de 2011



Início do séc XX
Praça de S. Paulo
Foto: Armando Serôdio






 


1907
Chafariz de S. Paulo
Foto: Joshua Benoliel




1947
Igreja e Praça de S. Paulo
Autor desconhecido




1963
Praça de S. Paulo
Foto: Armando Serôdio


                                                                      

                                                                       1965
                                                               Praça de S. Paulo
                                                           Foto: Armando Serôdio




2002
Igreja e Chafariz
Foto: Andrés Lejona





2008
Praça e Igreja de S. Paulo
Foto: APS

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O que vai ser?

Imprensa escrita ou mundo digital. A questão não é fácil e não me parece que haja para já uma resposta final. O que aí vem ninguém sabe muito bem, essa é a principal certeza que temos neste momento. Uns profetizam o fim dos jornais como os conhecemos hoje, não querem sequer sentir o cheiro do papel ou o borrão da tinta que mancha muitas vezes os dedos logo de manhã. Outros já não passam sem a rotina diária: uma bica no café da esquina e o jornal na mão, ou outros apressados para o trabalho mas que mesmo assim não dispensam passar os olhos nas letras grandes e gordas. Certo é que a introdução nas novas tecnologias veio virar o mundo do papel ao contrário e as empresas começam a adaptar-se, ou pelo menos tentam não passar ao lado, das plataformas digitais. O iPad é o caso mais recente no mercado. Certo ainda é o número que aumenta todos os dias de pessoas que em vez de sair de casa e ir a uma banca de jornais, no conforto do lar ou no local de trabalho estão a um simples clique de ver o que se passa na sua cidade, no seu país e no mundo. Será que a imprensa escrita se vai aguentar com a mesma força, sendo fiel aos seus leitores, quando sabemos que uma criança com apenas 3 ou 4 anos de idade já sabe ligar o computador e interagir? Advinham-se novos desafios, novas adaptações ao mercado vão surgir e nós o que vamos escolher?

domingo, 3 de abril de 2011

bloco de internet

Várias imagens obtidas na rua:

Assembleia da República - Fim das actividades parlamentares antes das eleições

 Assembleia da República - Fim das actividades parlamentares antes das eleições

 Assembleia da República - Fim das actividades parlamentares antes das eleições

 Assembleia da República - Fim das actividades parlamentares antes das eleições

 Estacionamento proibido

Obras

Obras

Obras

domingo, 19 de dezembro de 2010

Alma portuguesa vende-se


Não é possível entender a economia mundial dos dias de hoje passando
ao lado da potência que mais cresceu nos últimos anos: a China. Os
investimentos noutros países, a abertura e as constantes adaptações ao
mercado, o elevado número de exportações e uma mentalidade
economizadora fizeram da China actualmente a segunda maior potência
económica do Mundo, apenas atrás dos Estados Unidos da América.
Nos últimos anos, a República Popular da China tem estado empenhada
em fortalecer a sua economia e reforçar relações diplomáticas com outros
países. Numa altura em que o Mundo atravessa grandes dificuldades
económico-financeiras, o governo chinês vê uma excelente oportunidade de
avançar e de realizar negócios. Para isso, tem participado em reuniões e
encontros com diversos líderes de todo o Mundo. Mas a que custo, com que
interesses no futuro, com que estratégia, com que consequências?
Exemplo disso é o caso português. Portugal recebeu no passado dia 7
de Novembro a visita-relâmpago de Ju Jintao, presidente da China, que mostrou imediata
disponibilidade para ajudar o nosso país a ultrapassar a crise.
O governo português e muitos economistas vêem com bons olhos a
eventual compra de dívida pública portuguesa e o desejo de negócios
bilaterais. Aceitar a sua ajuda seria uma forma de aliviar a curto e médio
prazos a tensão dos mercados, aumentar a possibilidade de investimento em
território nacional e melhorar a forma com os países nos vêem lá fora.
Mas será que devemos pactuar de ânimo leve com um país que ainda hoje,
em pleno século XXI e com tudo o que isso implica, viola diariamente os
direitos humanos? Que põe em causa a liberdade de expressão, explora
mão-de-obra barata e é contra todas as formas de pluralismo?
Em tempo de crise, muitos países parecem passar ao lado dos direitos
fundamentais de um indivíduo. Isto acontece quando os negócios e o dinheiro
falam mais alto. Sílvia Morgado

Novembro 2010

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

'A imprensa como 4º poder. Mito ou realidade?'

Nos dias de hoje, a imprensa exerce um poder incalculável na sociedade e nas pessoas, quer através das palavras quer através das imagens. Ela constrói ideias, muda opiniões, manipula realidades, faz-nos chorar, rir e sentir. Cada vez mais as pessoas estão de certa forma condicionadas àquilo que vêem e ouvem. As suas opiniões são muitas vezes formadas a partir do que a imprensa lhes dá, mesmo que isso possa em alguns casos não representar exactamente a realidade. Ao leitor cabe um papel muito importante mas ao mesmo tempo o mais difícil: saber filtrar a informação. Para o bem e para o mal.